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Dólar opera instável após aprovação da PEC dos precatórios no Senado

Por Marcos Duarte 03/12/2021 às 10:00:33
Na quinta-feira, moeda norte-americana fechou em queda de 0,21%, a R$ 5,6585. Notas de dólar em casa de câmbio

Hafidz Mubarak/Reuters

O dólar opera sem direção definida nesta sexta-feira (3), após a aprovação da PEC dos Precatórios no Senado e antes da divulgação de dados de empregos mensais dos Estados Unidos.

Às 9h35, a moeda norte-americana subia 0,04%, cotada a R$ 5,6607. Veja mais cotações.

Na quinta-feira, o dólar fechou em queda de 0,21%, a R$ 5,6585. Com o resultado, passou a acumular alta de 0,38% no mês e de 9,09% no ano.

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Cenário

No exterior, o destaca da agenda econômica é o relatório de emprego do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos. Os empregadores dos Estados Unidos provavelmente intensificaram as contratações em novembro uma vez que buscavam atender à forte demanda por bens e serviços, dando impulso à economia, embora a escassez de trabalhadores continue sendo um desafio.

Na cena local, o mercado seguiu de olho na tramitação da PEC dos Precatórios, que foi aprovada pelo Senado nesta quinta-feira, mas retornou à Câmara após sofrer alterações.

Considerada prioritária pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, a proposta altera o prazo de correção do teto de gastos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que abriria espaço fiscal para o pagamento de auxílio de R$ 400 por família em 2022. A expectativa do governo é que o projeto deve abrir espaço superior a R$ 106 bilhões no orçamento.

As atenções dos investidores seguem voltadas também para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que se reúne nos próximos dias 7 e 8 de dezembro para deliberar sobre a taxa básica de juros. A expectativa é de novo acréscimo de 1,50 ponto percentual (o que levaria a Selic para 9,25% ao ano).

Juros mais altos encareceriam o custo de apostas na alta do dólar contra o real, movimento que tenderia a beneficiar a moeda brasileira.

Por que o dólar sobe? Assista no vídeo abaixo:

Entenda a alta do dólar

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Fonte: G1

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